Só esta semana forma anunciadas as primeiras medidas de emergência para minimizar os prejuízos dos produtores agropecuários, provocados por meses seguidos de seca. O secretário de estado da Agricultura e Alimentação, David Geraldes lançou duas linhas de crédito, uma das quais destinada ao sector dos recursos hídricos.
O governante anunciou no Sabugal que serão disponibilizadas duas linhas de crédito, uma de 100 milhões de euros, "a juros totalmente bonificados", para encargos com a alimentação dos animais. E outra de 50 milhões, por um período de seis anos, com um ano de carência e taxa de juro "altamente bonificada" destinada ao sector dos recursos hídricos, designadamente para furos, construção de charcas, aquisição de cisternas e equipamentos de abertura de retenção de águas e obras infra-estruturais adjacentes. O anúncio foi considerado insuficiente pelos criadores de gado. Além disso, foram desbloqueados, na semana passada, 7,5 milhões de euros, de um total de 18 milhões das indemnizações compensatórias e ajudas agro-ambientais em atraso. Segundo a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), essa verba ajudará "à difícil situação por que passam os produtores afectados pela seca e pela febre catarral (língua azul) ovina.
In JN










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